Pedestres de Sampa, uní-vos! – SampaPé
SampaPé

07
março
Publicado por leticia no dia 07 de março de 2014

Você vive reclamando das calçadas?

Já passou vergonha levando um tombo nos obstáculos na rua?

Ou simplesmente nem consegue passar na calçada, porque não existe ou é um conjunto de pisos completamente diferentes e irregulares? 

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Seus problemas podem acabar! Você pode parar de reclamar apenas para os ventos e para os amigos e jogar isso na cara do poder público!

Ok, admito que o cenário não é dos melhores pois as calçadas não recebem investimento público (são de responsabilidade dos proprietários), muitas ruas tem vagas para estacionar mas não tem calçadas decentes, outras parecem ter inclinações impossível de se solucionar.

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Mas e se pudermos inverter todo esse cenário mostrando que muita gente usa as calçadas, se preocupa com elas e não vai calar, você estaria junto?

Não convidamos você a marchar pelas calçadas, mas convidamos você a se manifestar todos os dias quando sai na rua, e juntos podemos ser muitos manifestando “silenciosamente” no seu dia a dia. Então, desembucha!

A prefeitura tem um canal de SAC, que recebe denúncias das calçadas. Toda vez que você ver algo irregular/obstáculo na calçada você vai anotar o endereço e chegando em casa vai fazer o passo a passo a seguir:

1. Entre no SAC da prefeitura sac.prefeitura.sp.gov.br

2. No assunto, escolha “Calçada” e clique em continuar

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3. Na especificação, você terá que escolher o problema que encontrou

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4. Coloque o endereço, e no campo “observações” preencha com o texto a seguir (assim eles sabem que estamos juntos e ganhamos força):

“30% dos deslocamentos diários são feitos a pé (mais que todos os outros modais), e TODOS SOMOS PEDESTRES. Exigimos investimento público nas calçadas. Manifesto SampaPé!”

esse

5. Para finalizar preencha com seu RG, vamos mostrar as nossas caras!

6. Aí é só mandar seu número de solicitação para a gente em sampape@sampape.com.br ou ou no site sampape.com.br

7. E acreditar que juntos podemos ter uma cidade melhor

8. E sempre que tiver um tempo, passar no mesmo lugar e ver que nada foi feito vale a pena cobrar uma resposta do poder público com a sua solicitação

Seja cidadão, não fique calado, pressione!

Texto originalmente públicado por mim no Guia da Semana



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2 Comentários

Paulo Henrique Tavares
Enviado 13 de março de 2014 às 20:33 | Permalink

Primeiro, parece que este serviço 156 não funciona muito bem. Já fiz uma série de reclamações. Por exemplo, veículo abandonado na frente do meu prédio há mais de um ano, ocupando o espaço que é público e deveriam inclusive pagar. Pois é, o carro continua lá. Logo, não acho que a solução dos problemas passam por aí.
As calçadas em todo o Brasil (mas estamos falando de SP) refletem como o Brasil é um país injusto, pois cada um faz o que bem entende, sem nenhuma consciência de que aquilo deveria ser um espaço coletivo de fluxo, ajudando inclusive os comerciantes. Muitos bairros periféricos não percebem isso. O comércio é “fraco” entre outras coisas, por causa das calçadas horríveis (curtas, rampas para carro e quando não com carros total e/ou parcialmente).
E quando se trata de bairros exclusivamente residencias, aí é esculhambação total, cheia de manobras dos próprios moradores para ocuparem o espaço que é público e coletivo.
Logo, para mim é muito pouco uma calçada sem “buracos”, eu quero calçadas largas e desobstruídas, eu quero andar a pé e não de carro. Eu não quero ser obrigado a andar de carro. 

leticia
Enviado 7 de maio de 2014 às 1:28 | Permalink

Olá Paulo Henrique, realmente o serviço não tem se mostrado muito eficiente, mas apenas usando para saber e poder argumentar quanto a ele e exigir melhorias!

Procure levar a mídias e organizações como nós que pressionamos o poder público!

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Leticia Leticia Leda Sabino, 29 anos, é administra-
dora de empresas e idealizadora do SampaPé!. Depois de uma temporada na Cidade do México, percebeu que não só era possível viver sem carro, como somente se deslocando a pé podia experimentar realmente a cidade. Decidiu então partilhar sua descoberta, e criou o projeto de mobilidade urbana com foco no pedestre, para levar as pessoas a refletir sobre modos mais conscientes de locomoção.
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