Acessibilidade Sobre Rodas

21
fevereiro
Publicado por Raquel Paoliello no dia 21 de fevereiro de 2017

 

Olá pessoal,

 

Como sabemos, todas as pessoas com deficiência enfrentam muitas dificuldades de circulação e não somente porque os lugares não oferecem acessibilidade. Eu explico…

 

Em minha opinião, existem duas barreiras bem maiores do que a acessibilidade, e que precisam ser quebradas: a falta de inclusão, o preconceito, e às vezes até a falta de informação. Eu mesma, somente depois de muita pesquisa é que descobri a existência dos táxis acessíveis, assunto deste nosso post.

 

Táxis acessíveis dão um pouco mais de independência e mobilidade para os cadeirantes: graças a eles essas pessoas podem sair de casa e ter sua própria liberdade. Esses veículos são operados por companhias de táxi normais, que disponibilizam um carro maior, que tenha condições de levar a cadeira de rodas ( manual ou motorizada) e mais um ou até dois acompanhantes. É um pouco mais caro, mas vale a pena.

 

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Uma dica:  o usuário precisa fazer a reserva com antecedência, porque geralmente a companhia possui carros acessíveis e carros comuns. É necessário fazer um cadastro numa companhia específica, porque não são todas que possuem esse tipo de carro. A corrida é realizada normalmente.

 

Há alguns anos, surgiram alguns aplicativos, como o Uber e o 99 Táxis, que facilitam ainda mais nossos deslocamentos. Basta o usuário instalar o app no celular e fazer o seu cadastro que ele já poderá usufruir dos aplicativos a um clique.

 

Com o 99, o usuário pode pagar com dinheiro, cartão de crédito, ou débito e consegue controlar quanto tempo falta para seu táxi chegar. Ao final da corrida, há a opção de avaliar como foi o atendimento, a pontualidade, a qualidade do serviço. Com o Uber o processo é bem parecido, mas com Uber X pode-se ter um táxi acessível maior, com mais conforto para o cadeirante e seus acompanhantes.

 

Fiz esse post para encorajar as pessoas com deficiência a saírem um pouco mais de casa, assim como eu faço cotidianamente. Temos que enfrentar nossos medos e, com a ajuda da tecnologia ir para os lugares que mais almejamos.

 

Precisamos nos conscientizar que, acima de qualquer coisa, os deficientes precisam de respeito!!!!!!!! Entretanto, a luta não pára,  pois ainda há muito a ser feito.

 

Beijos e até a próxima!

 

Tela inicial do app Uber

Tela inicial do app Uber

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Com a palavra...
Raquel Arruda Raquel Arruda
de 23 anos, é cadeirante. Embora sofra de paralisia cerebral congênita, a moça vai logo declarando: "A deficiência nunca foi uma barreira para mim, muito pelo contrário; ando sempre com um sorriso no rosto e uma imensa vontade de viver". Raquel, que é apaixonada por literatura, escrita e música entre outros assuntos, neste blog quer mesmo é privilegiar a discussão sobre a inclusão e a luta pela acessibilidade e contra o preconceito.

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