A acessibilidade e a mobilidade em aeroportos – Acessibilidade Sobre Rodas
Acessibilidade Sobre Rodas

27
outubro
Publicado por Raquel Paoliello no dia 27 de outubro de 2017

Quando uma pessoa com deficiência opta por viajar de avião, uma das coisas interessantes é informar-se como é a acessibilidade do aeroporto.

Sendo uma viagem longa e com muitas escalas , lembrar sempre que o deficiente é o último a desembarcar. Para descer do avião, se houver necessidade, o cadeirante pode pedir para utilizar o ambulifit que é um equipamento que funciona como um elevador e há também as rampas .

Para descer do avião, se houver necessidade, o cadeirante pode pedir para utilizar o ambulifit que é um equipamento que funciona como um elevador e há também as rampas do finger .

É bem importante também, ficar atento a questão dos toaletes acessíveis. Quando as viagens são curtas como, por exemplo, uma ponte aérea ( que geralmente dura uns 50 minutos:inclusivs Rio – São Paulo) ou uma viagem nacional, que dure apenas algumas horas, o cadeirante pode optar por utilizar o banheiro convencional do avião.Só que ele tem que ter em mente o seguinte: o espaço do avião realmente é muito estreito, então é preciso ter muita paciência, porque o banheiro não é acessível.

A pessoa com mobilidade reduzida e/ou deficiência sempre tem reservados as primeiras fileiras do avião, os chamados assentos prioritários.

Os aeroportos de Congonhas, Guarulhos, Galeão, Santos Dummont e a maioria no Brasil possuem banheiros acessíveis, porém que nem sempre estão em perfeitas condições para serem utilizados. Já fora do País a história é outra: Londres tem o aeroporto mais acessível do mundo, que infelizmente ainda não tive a oportunidade de testar.

Quando viajei para os EUA, fiz conexão em Chicago e me lembro que o aeroporto era bem acessível; na Alemanha, em Frankfurt ocorreu o mesmo havia um banheiro totalmente acessível. Aliás o melhor que já utilizei , tendo inclusive trilhos com ganchos e barras pendentes do teto.

Os cadeirantes podem sim viajar inclusive desacompanhados, se tiverem condições, pois a companhia aérea disponibiliza os funcionários para auxílio desde o check – in até a aeronave. No desembarque também.

Podemos aproveitar a oportunidade para viajar bastante. Viagem e depois me contem o que acharam, ok?

Beijos!!

Banheiro do aeroporto de Frankfurt. Foto: Arquivo pessoal - Alemanha/07

Banheiro do aeroporto de Frankfurt. Foto: Arquivo pessoal – Alemanha/07



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Raquel Arruda Raquel Arruda
de 23 anos, é cadeirante. Embora sofra de paralisia cerebral congênita, a moça vai logo declarando: "A deficiência nunca foi uma barreira para mim, muito pelo contrário; ando sempre com um sorriso no rosto e uma imensa vontade de viver". Raquel, que é apaixonada por literatura, escrita e música entre outros assuntos, neste blog quer mesmo é privilegiar a discussão sobre a inclusão e a luta pela acessibilidade e contra o preconceito.

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