Acessibilidade Sobre Rodas

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maio
Publicado por Raquel Paoliello no dia 26 de maio de 2017

Esse mês fui fazer um passeio em Santos e pude avaliar a mobilidade do sistema do VLT de lá. Achei tão interessante, que resolvi vir aqui compartilhar com vocês, leitores do Acessibilidade Sobre Rodas, minhas opiniões.

 

O VLT lá de Santos é super acessível. Tanto na parte de dentro do trem, quanto nas estações, o que me impressionou bastante. Nunca havia andado de VLT aqui no Brasil ( só andei na Hungria, em Budapeste) e gostei bastante, achei um meio de transporte super seguro, com  bastante opções e ele é um veículo que já contribui e ainda irá contribuir muito, não só para a mobilidade urbana brasileira, mas mundial, com toda certeza!!!!! ;)

 

O Veículo Leve Sobre Trilhos ( VLT) possui acessibilidade  por meio de piso baixo e rampa de acesso para cadeiras de rodas. Tem também um sistema que abre e fecha mais devagar as portas, para que o cadeirante possa embarcar/desembarcar com mais tranquilidade. Dentro da composição, na área exclusiva do cadeirante, há um um sinal para indicar quando e em qual estação ele vai descer.

 

 

VLTs já existem em Buenos Aires, Medellín, Porto, Lisboa, Barcelona, Milão, Roma, Veneza, Amsterdã, Roterdã, Frankfurt, Berlim, Estrasburgo e em toda a Europa, além de vários países da Ásia. No Brasil, eles existem em Santos e no Rio de Janeiro, e também em várias cidades do Nordeste, mas neste caso movidos a diesel.

 

Os BRTs são corredores de ônibus mais modernos, criados aqui no Brasil, inicialmente em Curitiba e Goiânia. Eles facilitam bastante a mobilidade nessas cidades e fora do Brasil também esse sistema é bastante utilizado. O sistema BRT é muito mais rápido, pois conta com uma pista especial, fechado, que evita o trânsito dos outros veículos. Por isso a opção pela troca dos ônibus pelo BRT.

São Paulo precisa aumentar urgentemente sua rede de transporte, para que a cidade possa atender com tranquilidade a população – seja ela PCD ou não – , o que não acontece atualmente.  A cidade ainda tem muito o que melhorar.

 

E vocês? Concordam? Dêem a opinião de vcs!

Até a próxima, pessoal

Bjs



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Raquel Arruda Raquel Arruda
de 23 anos, é cadeirante. Embora sofra de paralisia cerebral congênita, a moça vai logo declarando: "A deficiência nunca foi uma barreira para mim, muito pelo contrário; ando sempre com um sorriso no rosto e uma imensa vontade de viver". Raquel, que é apaixonada por literatura, escrita e música entre outros assuntos, neste blog quer mesmo é privilegiar a discussão sobre a inclusão e a luta pela acessibilidade e contra o preconceito.

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