Acessibilidade Sobre Rodas

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abril
Publicado por Raquel Paoliello no dia 24 de abril de 2018

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Parque Villa-Lobos, exemplo de acessibilidade. Foto: José Luís da Conceição/Fotos Públicas

 

Olá leitores,

 

Neste mês de abril o Acessibilidade Sobre Rodas voltou os olhos para os parques da cidade onde moro, São Paulo. A capital paulista tem muitas áreas verdes – são mais de 100 parques -, porém se engana quem pensa que a acessibilidade está bem distribuída por aí… Muito pelo contrário: o que mais se observa nos parques é a falta de estrutura para cadeirantes e demais pessoas com mobilidade reduzida.

 

Sempre que escolho um parque para passear ou fazer algum tipo de exercício, já sei que vou enfrentar vários percalços. Apesar disso, percorrer as áreas verdes me faz bem, e em geral fico muito grata pelas surpresas que encontro ao longo do meu caminho.

 

Como sempre, há exceções, e temos exemplos de acessibilidade que devem ser seguidos, como o do Parque Villa Lobos, que fica no Alto de Pinheiros (zona oeste). É um dos poucos parques da cidade, ao menos entre os que conheço, que é realmente acessível.

 

Acessibilidade em calçadas

Em breve, vai ocorrer mais uma edição da campanha Calçadas do Brasil, criada pelo portal Mobilize. Na minha opinião, se há algo que as calçadas Brasil afora precisam é de melhor acessibilidade. Ainda falta “muito chão” para as calçadas de nossas cidades chegarem ao menos a um nível razoável de caminhabilidade. Quando saio para a rua, o que encontro quase sempre são muitas calçadas esburacadas, o que atrapalha bastante o meu deslocamento.

 

Resumindo, é obrigação nossa lutar pelos direitos das pessoas. E principalmente agora, em ano eleitoral, mesmo que esteja praticamente impossível (porque sabemos que está) eleger um candidato que execute seu trabalho de maneira honesta. Mas temos que continuar cobrando daqueles que colocamos no parlamento por meio do voto.

Aguardo opiniões. Vocês, leitores, concordam comigo, ou não?

Até mais.

 



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Raquel Arruda Raquel Arruda
de 23 anos, é cadeirante. Embora sofra de paralisia cerebral congênita, a moça vai logo declarando: "A deficiência nunca foi uma barreira para mim, muito pelo contrário; ando sempre com um sorriso no rosto e uma imensa vontade de viver". Raquel, que é apaixonada por literatura, escrita e música entre outros assuntos, neste blog quer mesmo é privilegiar a discussão sobre a inclusão e a luta pela acessibilidade e contra o preconceito.

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