Monotrilho em São Paulo deve ter barreira acústica

A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) aceitou instalar barreiras acústicas e visuais e criar áreas verdes e espaços acessíveis e de lazer no trajeto.

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 |  Autor: O Estado de S. Paulo  |  Postado em: 22 de julho de 2011

Simulação de estação

Simulação de estação

créditos: Divulgação

As exigências são da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) da prefeitura e visam a reduzir o impacto visual da obra, que liga o Oratório à Cidade Tiradentes.


O Metrô ainda terá de enterrar toda a fiação elétrica suspensa e remover postes paralelos ou transversais às vigas e aos pilares de concreto do monotrilho. A linha completa vai da Vila Prudente até o Hospital de Cidade Tiradentes e terá 27 estações em um trecho de 24,6 quilômetros de extensão. O Metrô estima que 550 mil pessoas usarão o sistema. A previsão de conclusão é 2016.


Esse monotrilho passará pelo canteiro central das Avenidas Luís Inácio de Anhaia Mello, Sapopemba, Ragueb Chohfi, Sousa Ramos e dos Metalúrgicos, além da Estrada do Iguatemi e da Rua Márcio Beck Machado. A duplicação das pistas simples da Ragueb Chohfi até a Avenida dos Metalúrgicos foi posta como primeira condição para que o trecho entre em funcionamento. Essa parte da obra, porém, caberá à Prefeitura, que contribuirá com R$ 1 bilhão, conforme convênio firmado com o Estado.


A segunda condição para o trecho funcionar é promover o plantio de árvores em estágio avançado de crescimento para formar um "corredor verde" no canteiro central sob o monotrilho. As exigências da CPPU ainda podem ser incorporadas às do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Cades) para que a obra receba a Licença Ambiental Prévia. O documento atesta a viabilidade dentro da legislação de uso do solo e ambiente.

 

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